
Eles possuem tietes apaixonados por suas narrações. Este é um dos gêneros cinematográficos mais difíceis de serem adaptados. Suas produções consomem milhões e seu retorno costuma ser mais astronômico ainda. Seus personagens se tornam populares e hoje esses filmes são fixações entres os jovens.
Suas adaptações são defendidas por seus fãs, que gostam da nova forma de ver na telona os feitos de seus personagens favoritos. "É uma satisfação para os fãs verem seus heróis encarnados em personagens de cinema. Além disso o roteiro mostra pontos de vista diferentes dos Gibis. Quando assisti "Batman" tive a prova disso", revela o analista de suporte Diego Lira.
O tempo de um longa pode variar, mas dificilmente passa de 3 horas o que torna a obra difícil de ser transposta e todas as características dos personagens apresentadas. "É difícil ser fiel, pois não há como colocar uma série de acontecimentos em um período tão curto. Existem adaptações que a história não tem muitos volumes e o roteiro acaba próximo ao original, como no caso de Sin City", fala o estudante Vinicius Moreira.
Temas que falam de política, repressão ou mesmo teorias da comunicação também ganham versões nas telonas como no caso de "V de Vingança" entre outros. "Quando assisti Watchmen enxerguei um longa-metragem completo, com vários enredos presentes em nossa sociedade", revela o estoquista Allan Esteves.
O fato desses super heróis possuírem sentimentos, se apaixonarem, viverem conflitos internos e não serem dotados apenas de sentimentos bons ou ruins identifica seus personagens com seus expectadores. Esse pode ser apontado como um dos motivos para o sucesso. "As histórias são publicadas durante anos e quando retratadas no cinema você acompanha o amadurecimento do personagem que acontece em conjunto com sua própria maturidade", ressalta Lira.
Outro ponto que chama atenção para essas fitas são seus vilões, que apesar de não terem a mesma visibilidade do mocinho, ganham maior notoriedade e roubam a cena na produção. "Eles reproduzem o que as pessoas querem fazer, mas não tem coragem e isso traz uma maior identificação com o vilão, como no caso do Coringa", fala a estudante de comunicação e cinéfila Marcela Aparecida.

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